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Reconhecer o processo

  • Foto do escritor: Isadora Pimenta
    Isadora Pimenta
  • 16 de abr.
  • 1 min de leitura

O processo terapêutico nem sempre oferece resultados objetivos, como muitos esperam, especialmente em uma sociedade imediatista e orientada por metas. Com o tempo, aprende-se que, ao lidar com a subjetividade, o caminho está longe de ser linear. Às vezes parece que estamos andando em círculos, mas, na verdade, seguimos em espiral: nunca voltamos ao mesmo ponto.

Por isso, é importante lembrar de onde partimos e nos situar no presente, reconhecendo o quanto já caminhamos e quantas novas ferramentas e recursos internos desenvolvemos ao longo do trajeto. Esse percurso exige coragem para revisitar dores, encarar sombras e acessar partes profundas da nossa história.

A transformação acontece aos poucos, no dia a dia, e envolve vulnerabilidade, paciência e disponibilidade. Ao longo do caminho, passamos a nos conhecer melhor, identificar padrões, assumir responsabilidades com mais autonomia e desenvolver nossas relações. A jornada não é simples nem rápida, mas, ao olhar para trás, fica claro o quanto já avançamos.


E por aí, como andam seus processos?

Quanto você já caminhou?



 
 
 

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